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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Os sete pecados capitais: Como transformar defeitos em virtudes


Os sete pecados capitais:

Como transformar defeitos em virtudes



Na mudança, o pecado não mora ao lado, mas dentro da gente. Não estamos aqui falando da noção de pecado conforme os preceitos da moral cristã e judaica.
O termo é aqui utilizado como metáfora para representar um processo interior, manifestado por atitudes e comportamentos provocados pelas tensões surgidas em face da mudança.
Todos trazemos dentro de nós, em determinado nível, a possibilidade de manifestação dos pecados.
São sete irmãos que habitam nosso ser.
Todos eles chamados Kid, portadores de um pecado capital.

Kid’Speito tem inveja de seus irmãos, por não possuir autoconfiança nem amor-próprio, não consegue perceber suas qualidades inatas e vive querendo ser o que não é.

Kid’Pressa é o guloso da família. Sua ansiedade faz com que coma muito e rapidamente, mas nem sempre com qualidade. Ele não pensa, age.

Kid’Vasso é também inconseqüente como seu irmão guloso, mas com uma grande diferença. Ele busca o prazer como forma de esquecimento e fuga.

Kid’Sprezo é soberbo. Acha-se o máximo e faz de tudo para que o enxergam assim. Para ele, o mundo é um palco onde é o ator principal e os demais são coadjuvantes.

Kid’Sforra é irado. Sempre perde a cabeça e o controle da situação. Ele está constantemente angustiado e qualquer motivo serve de pretexto para descarregar sua raiva.

Kid’Pois é preguiçoso. Ele não vê sentido em nada. Deixa tudo para depois, pois nada lhe é importante. Está sempre desanimado e vice acomodado em seu canto.

Kid’Fesa é avarento. Ele adota uma postura defensiva diante da vida e não se expõe a nada que possa por em risco sua segurança. Tem medo de perder o que já conquistou e guarda tudo, mas dificilmente usufrui o que possui.

Como transformar defeitos em virtudes

Como transformar INVEJA em HUMILDADE

Humildade é a virtude que possibilita o desenvolvimento humano. As pessoas somente se aprimoram quando sabem o que precisa ser aperfeiçoado. Como qualidade, a humildade gera ação e crescimento. Quando, porém, provoca a sensação de inferioridade e leva à falta de amor-próprio, torna-se inveja.
Kid’Speito precisa aprender a gostar de si próprio. Ter autoconfiança e sentir-se belo. Ele precisa perceber que ter defeitos não é sinônimo de fraqueza nem inferioridade. Trata-se apenas de alguma habilidade ainda não desenvolvida por falta de oportunidade e esforço.
Aquele que ama a si mesmo não tem motivo para invejar a felicidade alheia, pois esse é o primeiro passo para amar os outros e ajudá-los a crescer.

É preciso sonhar e acreditar. Querer ir em frente e caminhar sem medo, com convicção, em direção às estrelas mais reluzentes.

É preciso amar: “Pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas”

Como transformar GULA em PROATIVIDADE e SENSO DE URGÊNCIA

A gula é o excesso de proatividade e senso de urgência. A ansiedade de Kid’Pressa transformar a vontade de fazer acontecer poder influenciar o futuro em precipitação e ações impensadas e desconexas. Lidar com a gula consiste em saber dominar o impulso excessivo de agir depressa demais.

Mudar é respeitar o ritmo e o curso da natureza. É ter consciência de que não é possível gerar um bebê em um mês engravidando nove mulheres.
Por outro lado, é lembrar que quem sempre espera corre o risco de ficar sem nada.

O segredo é descobrir o ritmo adequado à situação. Saber navegar no tempo preciso. Usufruir cada momento de forma intensa, com consciência e por inteiro.
Viver com a determinação de estar em sintonia com o presente, mais com os olhos no futuro.

Mudar é saber usufruir hoje o aconchego do Sol, e não destruí-lo, para que ele possa surgir novamente amanhã para nos aquecer.”

Como transformar LUXURIA em SENTIR PRAZER e ALEGRIA DE VIVER

Kid’Vasso não esta errado em procurar o prazer, pelo contrário, pis o prazer dá sentido e gosto à vida. O problema está em utilizar; de modo inconsequênte muito mais recursos e esforços do que o necessário para atingir seu objetivo.

Lidar com a luxúria é um exercício de auto-questionamento contínuo. É um processo de análise fundamentado no estudo de quanto cada recurso de fato contribui para o alcance do resultado final. É saber distinguir entre o que realmente é necessário para alcançar os objetivos propostos e o que é exagero ou perda.

A pergunta-chave a ser formulada é: “De que forma se pode obter o mesmo resultado com menos desperdício?”

Lidar com a luxúria é também enfrentar os problemas em vez de tentar esquecê-los. Os problemas devem ser encarados como uma oportunidade de melhorar o que existe.

Solucionar problemas é manter-se alerta para identificar quando eles ocorrem e ter iniciativa para resolvê-los de imediato. Eliminar causas, e não apenas disfarçar os sintomas.

Com discernimento e bom senso, até o lixo vira luxo”

Como transformar a IRA em POSITIVIDADE e CAPACIDADE DE INFLUÊNCIA

A Ira é a reação a acontecimentos e situações negativas vivenciados por Kid’Sforra. É a libertação concentrada de toda a tensão acumulada. Portanto, a questão não deve estar centrada apenas em controlar a explosão mas também em aliviar as tensões a que ele é submetido constantemente.

Apenas quando o ser humano for capaz de entender como age e reage às pressões do ambiente terá autocontrole e domínio de suas ações.

Para combater a Ira, Kid’Sforra necessita desenvolver a tolerância para aceitar as coisas que o preocupam, mas pelas quais nada pode fazer; coragem para enfrentar as coisas que o preocupam e podem ser eliminadas; e sabedoria para distinguir as duas situações.

Coragem não é sinônimo de agressividade. Responder a uma agressão com outra agressão não é uma atitude inteligente. Coragem está associada à capacidade de enfrentar os desafios, sem subterfúgios.

O caminho eficaz passa pelo entendimento do motivo da resistência à mudança e por sua eliminação via diálogo e acordo. Não é pressão, mas compreensão.

Alguém perguntou a Confúcio: “Que achais de pagar o mal com o bem?” Confúcio respondeu: “E com que pagareis o bem? Pagai o bem com o bem, mas pagai o mal com justiça”

Como transformar SOBERBA em AMOR-PRÓPRIO e AUTOCONFIANÇA

O pódio não é local que se alcance por meio do discurso vazio da autopromoção. É uma posição que se conquista e que não é imposta. Lidar com a soberba significa saber descer desse pedestal auto-eleito e procurar a aceitação pelo que é, e não pelo que se diz ser.
Para ser aceito e amado pelas pessoas, não é preciso demonstrar superioridade, apenas disponibilidade e atenção. Não é competição nem manipulação, nem imposição, mas colaboração.

Apresentar-se como se é realmente, verdadeiro e sem máscaras, sem medo do que as pessoas pensem ou achem. Simplesmente ser aceito pelo que se é manter equilibradas a humildade e a auto-estima, sabendo reconhecer virtudes e defeitos, bem como estar atento às qualidades alheias para com elas se desenvolver.

Mudar é um esforço coletivo. Somam-se duas partes distintas e dessa união nasce uma nova esperança.

Para efetuar uma mudança, é necessário a presença de homens de corações e cérebros sinceros, que sabem que é preferível eliminar sentimentos mesquinhos como a competição e os desprezo pelos outros a reprimir emoções nobres como a fraternidade e o amor ao próximo”

Como transformar PREGUIÇA em DISCERNIMENTO e CONTROLE EMOCIONAL

A contrapartida da preguiça é a busca da melhoria contínua, o que os japoneses chamam de kaízen. A filosofia da boa renovação significa procurar fazer cada vez melhor.

O kaízen só pode ser alcançado quando desenvolvemos a habilidade de criar nossos próprios sonhos e lutamos com vontade para realiza-los. Disso depende nossa existência; o ser humano necessita de uma tensão fecunda entre aquilo que é e aquilo que quer ser. Esse sentido do que está para realizar é o que mantém vivo e o torna grande.

Precisamos nos habituar a estabelecer metas e desafios e desejar alcançá-los, mais que isso, é preciso crer que somos capazes de realizá-los. Sem isso, qualquer esforço parece imenso. Qualquer obstáculo, por menor que seja, torna-se insuportável.

Cada um de nós vale pelo tamanho de seus sonhos e pela capacidade de transformá-los em realidade. Essa é uma decisão pessoal.

A sabedoria de distinguir entre o Kaízen e a preguiça, entre a morte e a vida, não pode ser delegada a ninguém, apenas a nós mesmos.”

Como transformar AVAREZA em CONTROLE DA SITUAÇÀO e SENTIDO DE PREVENÇÃO

Para vencer as barreiras da avareza é necessário entender o que se vai ganhar com a mudança e quais serão seus impactos. Devem-se assumir riscos calculados, com benefícios que justifiquem a dedicação pessoal e o investimento necessário.

Para mudar é preciso visualizar e desejar fortemente o novo. Como já disse um sábio: para fazer uma mudança não é preciso odiar o que é, mas amar com paixão o que será.

Na mudança, é preciso considerar o que pode dar errado e tentar prevenir-se, fazendo o possível para evitar ou corrigir eventuais equívocos. Deve-se procurar soluções, e não desculpas para desistir. Os melhores resultados obtidos na vida estão associados aos desafios enfrentados e vencidos. A maior dor é a perda da oportunidade. Do que poderia ter sido feito e não foi, pela falta de coragem de ousar e levar adiante.

O sucesso passado não deve servir de instrumento de desculpas e repetição das fórmulas antigas. Ele só tem sentido se utilizado como ponte para a realização de transformações que permitam, de forma positiva, influenciar o ambiente e contribuir para desenvolvimento futuro.

O sucesso pessoal não pode ser medido pelos bens já conquistados, mas pela capacidade de transformá-los em felicidade”

Como controlar seu ego

Disse um filósofo certa vez: “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe de forma absoluta”.
Quando você ocupa um cargo de gerência, é fácil se deixar seduzir pelo poder que você possui e pela deferência das pessoas em relação a você. Você é o chefe, o número um, o poderoso.
Entretanto, se deixar se levar pelo poder, você estará cavando sua própria sepultura. Criará uma barreira entre si mesmo e seus funcionários e se colocará em um pedestal do que certamente cairá. Um dos atos de equilíbrio mais difíceis é exercer o poder e, ao mesmo tempo, manter a humildade.

  • Monitore os sinais de perigo da extrapolação do ego. Se sua respostas a qualquer uma das perguntas que se seguem for positiva, talvez seja necessário controlar seu ego:

  • Seus subordinados não conseguem enfrentá-lo, mesmo quando você está errado?
  • Seus funcionários tremem em sua presença?
  • Você gosta de mostrar como é poderoso, inteligente ou impressionante
  • Você se zanga e levanta a voz quando os outros questionam suas idéias?

  • Perceba que seu sucesso depende dos esforços dos outros. Talvez você se ache a estrela da equipe, mas sem a equipe sua estrela não brilharia tanto. Seu sonho só se torna realidade se os outros tiverem interesse e capacidade de ajudá-lo.

  • Elimine de sua linguagem expressões de egoísmo. Ouça a si mesmo quando fala. A partir de hoje reduza à metade as declarações com “EU”. Aumente o uso dos pronomes da segunda pessoa (você, seu) e os pronomes da primeira pessoa do plural (nós, nosso).

  • Pare de falar e comece a ouvir. Use as idéias e sugestões dos outros. Deixe que eles expressem e diga-lhes o que você está pensando. Reconh3ça o valor de suas idéias.

  • Estude os melhores “atos de equilíbrio” que puder encontrar. Observe o estilo de liderança e comunicação das pessoas na sua profissão e da comunidade que conseguem ao mesmo tempo exercer poder e manter a humildade, imite-as.

  • Contextualize sua posição. Analise o mapa mundi. Existem mais de cinco bilhões de habitantes no mundo. Quantos deles você conhece pelo nome? Desses, quantos terão cisas positivas a dizer a seu respeito?

  • Identifique os motivos da exaltação do seu ego. Muitas pessoas que enchem a própria bola o fazem por insegurança. Outras o fazem por ambição egoísta ou inveja dos outros. Qualquer que seja o motivo, se um ego desmedido estiver sendo um obstáculo à administração do seu negócio, analise-se mais profundamente, talvez com o benefício de orientação profissional.

  • Aprenda a rir de si mesmo. Pare de se levar tão a sério. Ria de si mesmo na frente de seus colegas e eles não rirão de você nas suas costas.

  • Toda vez que ofender ou constranger alguém, peça desculpas. Uma desculpa é uma faca de dois gumes, os dois agindo a seu favor. Leva a se portar com humildade diante dos outros e a tornar uma pessoa melhor aos olhos de quem recebe a desculpa.

  • Associe-se a vários tipos. Afaste-se dos esnobes. Conheça pessoas com formações, opiniões e valores diversificados. Não passe muito tempo com um único grupo, nem se identificou tanto com ele que passa a desprezar os outros.

  • Ajude os oprimidos. Não exagere no lema “o cargo tem seus privilégios”. Distribua panfletos no próximo seminário. Faça café para sua secretária amanhã e manhã. Pergunte a seus funcionários o que eles precisam de você para ter sucesso. Escute o que eles dizem, diga-lhes o que você fará a respeito e faça.

Como Negociar
As cinco regras mais importantes da negociação

  1. Conheça-se a si mesmo. Jamais inicie uma negociação sem saber ao certo até onde está disposto a chegar. Entenda seus pontos fortes e fracos. Controle suas emoções se as pessoas começarem a perder a calma, proponha um intervalo.

  1. Conheça a outra pessoa. Obtenha o máximo de informações possíveis sobre a formação, cargo, necessidades e estilo de negociação das outras pessoas. Focalize a razão e a motivação subjacentes às solicitações da pessoa, não apenas suas solicitações. Ouça e faça perguntas. Se estiver fazendo negócios com pessoas de culturas culturas, não viole suas normas culturais.

  1. Se quiser alguma coisa, esteja preparado para dar alguma coisa em troca. As negociações são um processo de dar e receber, não de apenas receber. Procure soluções satisfatórias para ambos os lados. Vá além do raciocínio consagrado segundo o qual você vê como perda qualquer coisa que o outros ganhar; veja como uma negociação bem-sucedida só fará o bolo crescer. Pare de discutir ”minhas metas” e “suas metas” e discuta “nossas metas”.

  1. Nunca ceda nem ganhe sem conseguir alguma coisa em troca. Seu poder de negociação aumenta toda vez que você faz uma concessão; por isso, nunca ceda sem aproveitar esse poder. Siga algo como: “Tudo bem, estou disposto a reduzir meu preço se o seu pessoal preparar o relatório final”.

  1. Desenvolva estratégias para exercer alavancagem e romper impasses. “vou retirar essa oferta daqui a dez minutos”. “Eu lhe dou isso e você me dá aquilo”. “Será que devemos chamar um mediador?

Como falar com precisão

  • Analise seu público. Diga ás pessoas o que elas precisam ouvir de uma forma que elas entendam.

  • Não confunda precisão e clareza com volume. A clareza de expressão não aumenta em função da intensidade vocal. Gritar pode até transmitir a mensagem, mas enviará também outras mensagens: que você tem problemas para controlar suas emoções e que intimida as pessoas ao seu redor.

  • Lute para ser compreendido. Embora estejamos tratando da precisão, a clareza na comunicação não é essencial. Ao contrário, sua meta final é ser compreendido. É possível ser perfeitamente claro em sua comunicação e, ainda assim, ser interpretado equivocamente. Por isso, antes de transmitir uma mensagem complexa, pergunte a sim meios: “Como posso dizer isso de modo a evitar que o ouvinte entenda mal?”

  • Comece com uma intenção clara. Pensamentos obscuros raramente geram mensagens claras. Se você não sabe o que quer dizer e por que está dizendo, não o diga. Imagine suas palavras com setas apontadas para um alvo. Qual é esse alvo?

  • Melhore seu vocabulário. Se não tiver o vocabulário adequado para gerar precisão, você não poderá se comunicar com precisão.

  • Fale para se expressar, não para impressionar. Palavras pouco familiares só confundem e frustam seus ouvintes. Se você tiver anunciado que seus funcionários eram “escleróticos” em suas atitudes com relação à mudança, quantos ouvintes saberiam que você os considera resistentes à mudança?

  • Pinte imagens na mente de seus funcionários, para que sejam capaz de verem com os ouvidos.

  • Use palavras que sua equipe sinta tanto quanto escuta.

  • Expresse conceitos quantificáveis com um número.

  • Pare de fazer referências vagas. Quando não souber como chamar uma pessoa, um lugar, uma coisa, descubra o nome antes de começar a descrevê-lo.

  • Somente use um jargão quando tiver certeza de que as pessoas o entenderão.

  • Elimine expressões desnecessárias. Algumas expressões (“hum”, “bem”, “você sabe”) dão as frases um toque de incerteza a respeito de suas idéias.

  • Procure usar palavras habituais.

  • Livre-se dos erros gramaticais. Procure se esforçar para evitar erros gramaticais, pronunciando adequadamente as palavras e usá-las corretamente.

Como falar com persuação

  • Mantenha sua credibilidade. Se as pessoas não acreditarem em você, nenhuma dica ou técnica o tornará persuasivo. Nunca despreze propositalmente seus clientes, fornecedores, funcionários ou acionistas.

  • Defina a meta de comunicação. Visualize o encontro na sua própria mente. Experimente a interação antes que ela realmente aconteça.

  • Fale com convicção. Acredite no que está dizendo, não espere que os outros acreditem em você.

  • Fale sobre a equipe, não sobre você. Sua mensagem deve se direcionar para as preocupações necessidades e problemas deles.

  • Envolva seus ouvintes. Faça perguntas que exijam respostas. Crie situações e peça para sua equipe para se imaginar naquela situação.

  • Preveja e supere as oposições. Quando você consegue prever uma objeção, expresse-a para si mesmo como uma preocupação válida.

  • Prepare-se para objeções inesperadas. Ao se deparar com isto, ouça até o fim, sem ficar na defensiva; repita-a para ter certeza que a compreendeu e para enfraquecê-la; valide como uma preocupação adequada; tese para ver se não é apenas superficial; mostre como sua posição aborda essa preocupação.

  • Vá direto a questão. Não de voltas nem espere que as pessoas adivinhem o que você quer.





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